Minha visita ao Museu Carlos Lampe - pela aluna Kemily Silva ~ Identidade 85 ::

domingo, maio 04, 2014

Minha visita ao Museu Carlos Lampe - pela aluna Kemily Silva




O texto que segue foi escrito por minha aluna Kemily Silva, a respeito de sua visita ao museu Museu Municipal Carlos Lampe, em Rio Negrinho, SC. Fora o relato do que viu por lá, o texto vale muito a pena ser lido pela visão que nos oferece!

No dia 19/04 (um sábado), visitei o Museu Municipal Carlos Lampe, em Rio Negrinho, SC. Nesta visita percebi evoluções, não só em Rio Negrinho ou Santa Catarina, mas também no mundo. Vendo o que vi, lendo o que li, percebi que na vida, comparada com os dias de hoje, antigamente era bem mais difícil.

Evoluções econômicas são evidentes; tanto evoluções quanto regressões. Houve um certo tempo em que Rio Negrinho  sediava uma grande empresa, a Cimo. Ela foi a desencadeadora da evolução econômica e cultural em Rio Negrinho. Contam nos livros, que se encontram no museu e na Biblioteca Pública, que em certo ano a Cimo faliu. No lugar foi construída, em volta do grande pilar "Cimo" (que mede entre 20-30 metros de altura), um parque onde haviam coisas para o lazer dos moradores e visitantes de Rio Negrinho. Esse parque possuía pista de atletismo e skate, piscinas, cinema, quadra de vôlei, futsal, basquete, etc.. Com a troca de prefeito, maus cuidados e enchentes constantes, a única coisa que restou foi o grande pilar "Cimo".

Pois bem, com a queda da Cimo, Rio Negrinho faliu e regrediu no tempo. 

Agora, saindo um pouco de Rio Negrinho, uma evolução evidente em todo mundo foi a tecnológica. No museu são apresentados televisões, rádios, celulares e computadores de épocas em que eram chamados de "tijolões"; as televisões chamadas de "caixotes". Comparando com os dias de hoje, quem não viu, se assustaria. Não só mudara extremamente ou "diminuíram", seja como for; os programas também evoluíram. 

Apresenta-se também no museu objetos arqueológicos, tais como: pedras preciosas, ossos de antepassados e fósseis, objetos indígenas (flechas, arcos, ossos, etc.). Mostra-se as roupas e os móveis de décadas passadas; roupas que incluem batinas, roupas de reis e rainhas de festas realizadas em 1784 e lá vai pedrada... 

Percebi que muitas vezes o museu, sinal de tédio para muitos, pode ser muito melhor do que ficar como um poste na frente do computador ou com a cara em livros; e o aprendizado é bem melhor.

Veja fotos enviadas por Kemily











* Kemily Silva é aluna do 8º Ano, da Escola Almirante Tamandaré, de Guaramirim-SC.



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