Identidade 85 ::

Chile em fotos

Parte 01: Santiago

COMEÇOU A VIAGEM!

Vlog Chile # 01 :: Cerro San Cristóbal

A vida entre o SER e o TER

Como você vive?

Na onda do momento...

A arte antiga que ofende os olhos modernos

Histórias do Brasil - episódio 10:

O Sonho de Juscelino, Brasília, 1958

sexta-feira, dezembro 15, 2017

MAIS PROMOÇÃO! "A Aventura do Livro", de Roger Chartier, de R$ 66,00 POR R$ 36,70!


 livro chartier
O livro "A Aventura do Livro", do grande Roger Chartier, está por R$ 36,70. O preço normal, quando se acha pra comprar, é de R$ 66,00! Onde? amzn.to/2C3Clq1 Trata-se de mais uma oportunidade aos interessados em História e Ciências Humanas em geral - em nossos casos para formação pessoal, preparo para concursos e para seleções. Em meus tempos de acadêmico e mesmo de mestrando depois, Roger Chartier esteve presente com frequência nas bibliografias das disciplinas e cursos. Por isso, recomendo muito. Não esqueça onde encontrar: amzn.to/2C3Clq1

 livro chartier

Compartilhar:

terça-feira, dezembro 12, 2017

SUPER PROMOÇÃO! Box "História Da Sexualidade", de Michel Foucault, de 128,70 POR R$ 63,35!




O Box "História Da Sexualidade", contendo três livros importantes de Michel Foucault, está pela metade do preço. O preço normal era 128,70 e está R$ 63,35, com frete muito acessível!


O box contém:

Volume 1 - A vontade de saber (176 páginas) 

Mostra que a sexualidade não foi reprimida com o capitalismo, depois de ter vivido em liberdade. Sua hipótese é de que, desde o século XVI ¿ processo que se intensifica a partir do século XIX ¿, o sexo foi incitado a se manifestar por uma vontade de saber sobre a sexualidade, que é peça das estratégias de controle dos indivíduos e das populações características das sociedades modernas. 

Volume 2 - O uso dos prazeres (320 páginas) 

Assinala uma importante transformação na história da sexualidade. Conservando o objetivo de investigar como nasce, nas sociedades ocidentais modernas, a noção de sexualidade, Foucault recua no tempo até a Grécia clássica para averiguar como a atividade sexual se constitui como domínio de prática moral e modo de subjetivação característicos do projeto de uma ¿estética da existência¿. 

Volume 3 - O cuidado de si (320 páginas) 

Estuda o desenvolvimento, nos dois primeiros séculos da nossa era, da arte da existência criada pelos gregos. Assim, ele examina o modo de subjetivação característico dessa época para compreender sua diferença tanto em relação à Grécia, que criou a estética da existência, quanto em relação ao Cristianismo, que a inclinou na direção de uma hermenêutica do desejo.  

NÃO ESQUEÇA O CAMINHO: acesse.vc/v2/341f136d286

Foucault e Sartre juntos em manifestação

Compartilhar:

terça-feira, dezembro 05, 2017

O professor como intelectual - por Jean Menezes



Jean Menezes

A palavra intelectual passou a ser empregada a partir de 1898 em Paris para se referir a Emille Zola e seus correligionários que buscavam inferirem através da crítica no espaço público da política francesa. De início a palavra intelectual foi carregada de uma depreciação, pois os intelectuais de Zola eram entendidos pelo governo como alguma espécie de bisbilhoteiros da política do tempo presente. Assim mesmo, o termo intelectual pegou e passou a ser um designativo nada pejorativo, uma vez que o intelectual buscava a preservação dos valores universais como liberdade, justiça etc.


Certamente, dos tempos de Zola até nossos dias, diversos tipos de intelectuais existiram e entre eles, talvez o mais antigo de todos: o professor.

Partimos do pressuposto empírico que o professor é um intelectual quando comunga da defesa dos valores universais e da emancipação do sujeito histórico. Ele é um profissional engajado politicamente, pois infere no espaço que deveria ser público na sociedade do consumo. E este perfil de professor anda escasso. Mas nos vem o questionamento: que tipo de engajamento tem uma parcela expressiva dos professores como intelectual na atual sociedade brasileira? Certamente são vários, mas certo tipo de engajamento intelectual nos chama atenção. É o engajamento estranhado. 


O que é isso? É o intelectual (parte dos professores) que atua sem saber muito bem que está atuando e em nome de quem, ou em qual projeto está engajado. Para exemplificarmos esta abstração, podemos notar parte dos professores que se preocupam, que se detém e que são motivados a pesquisa ou as aulas, apenas para a obtenção do salário que a rede pública ou privada os pagam mensalmente. É estranhado porque este intelectual (não são todos! Como dissemos: uma parcela expressiva!) se ocupa em ensinar não de modo muito diferente dos sofistas da antiguidade (vendendo aulas). Apreende-se ao pagamento que por sua vez deve ser utilizado para a realização de outros pagamentos de dívidas contraídas, pouco ou nada se importando com o espaço que ocupa na organização da sociedade. 

De acordo com Pedro Demo (Unb), menos de 9% dos professores participam de associações e sindicados que buscam a representação da categoria. Menos de 5% se declaram interessados em participar da política do bairro, cidade e esferas maiores das decisões públicas do país que moram, muitas vezes partilhando o senso comum que estufa o tórax para afirmar que política é coisa de malandro. 

O caro leitor deve estar se perguntando, por que são considerados intelectuais esta parcela de professores? São intelectuais porque estão engajados, de forma estranhada, ou não, na manutenção de muitos problemas sérios da sociedade de classes. Não participam criticamente da organização dos espaços que deveriam ser públicos e, portanto, contribuem com aqueles que desejam o público/democrático exista apenas no papel para a classe que está longe do poder político/econômico. Ajudam a manter o quadro drástico da educação e formação da crítica política, onde o sujeito histórico, como defendia o senhor Taylor para o trabalhador, apenas deve aprender o necessário para operar as máquinas, numa palavra, gorilas amestrados que aprendam apenas a votar, a voltarem o troco certo e a pronunciarem um conjunto de verbos, predicados, sujeitos, etc. compondo frases e orações que atendam aos interresses de classe – e classe aqui, é no sentido marxiano.

Esse nosso intelectual critica o baixo salário – e concordamos com ele -; que o sistema é o culpado –; também concordamos -; que as políticas públicas não são suficientes. Todas essas queixas são válidas, mas se a preocupação do intelectual redundar no particularismo, apenas no individualismo, o significado do Ser intelectual estará limitado ao o que Antonio Gramsci entendeu como o intelectual tradicional (uma categoria complexa do pensamento gramisciano que não posso me deter neste pequeno texto). E se assim for, o professor que se ocupa em apenas preencher um cargo público na obtenção de seu salário para lambuzar-se no espetáculo do consumismo, não estará distante dos interesses dos intelectuais tradicionais que desejam preservar a situação de classes como está: os que mandam e governam e os que obedecem e são governados - assim como os cordeiros e ovelhas dóceis e obedientes. 


Mas tudo isso com uma grande diferença deste tipo de intelectual que apresenta Gramsci, pois o nobre professor quando não pertence à classe social do intelectual tradicional, ele opera como um intelectual Ad Doc da classe que o dirige, mesmo sem saber o que se passa diante de seus olhos presos as vitrines do consumo e as algemas dos ganhos particulares que sustentarão, em partes, os seus fetiches. Transforma-se e um intelectual por tabela a serviço dos próprios que ele mesmo identifica como o Sistema falido, seja o político, o econômico e o educacional para o qual vende a única coisa que em tese tem: sua força de trabalho. Desta forma, este tipo de professor intelectual acaba por contribuir, engajadamente, para a cristalização do sistema que tanto o remunera mal e indecentemente na sociedade de classes do tempo presente.


Dica de livro de Jean Menezes:

 livro História e educação

Clique aqui!



Jean Menezes (fafica_95@yahoo.com.br) é Professor de História e Filosofia. Mestre em História pela UFGD, Doutor em Ciências Sociais pela Unesp de Marília e membro do Núcleo de Estudos Políticos de S. J. do Rio Preto.

* Originalmente postado em 3 de agosto de 2008.

Compartilhar:

sexta-feira, dezembro 01, 2017

Chile em fotos [Parte 01]: Santiago

  

Em outubro de 2017 fomos ao Chile, andamos por Santiago, subimos a montanha pra ver a neve, descemos à praia, pra ver Viña Del Mar e subimos os morros pra ver as cores das casas de Valparaíso. 

Viver mais essa experiência, de conhecer um país novo, gentes novas, incríveis paisagens, foi sensacional. Por isso queremos compartilhar com vocês, começando com essa postagem que mostram fotos selecionadas de Santiago.


Quando se começa a andar pela cidade, ainda não se sabe exatamente o que vai encontrar. Por isso, ter sensibilidade e começar por um detalhe, marca a partida para pontos mais incríveis da cidade.




Ainda mais legal é quando o detalhe se repete, mostrando a vida que se refaz entre o que murcha e cai e o que ainda desabrocha.



Prédios bonitos não faltam, como essa do Museu Nacional de Belas Artes.




Mais alguns passos andados e lá está a criatividade...




Um artista que esculpe, com perfeição rostos e tradições na areia.



Se tem um espaço que mesmo os que dizem não gostar de política visitam é La Moneda, a sede da Presidência da República.



Bem perto dali eis a Torre Entel, um símbolo da vida urbana e moderna de Santiago.



Não sei se de protesto, de brincadeira ou as duas coisas, enormes peças de roupa pendiam em um varal que ligava dois prédios no Paseo Bulnes. 


A algumas quadras, se pode entrar e passear pela calle Nueva York.



Por ali encontra-se uma das várias e belas fontes da cidade.



Seguindo a caminhada, olhando para o alto avista-se o campanário da Igreja, com um céu incrível servindo de fundo.

Booking.com



Nada distante, três crianças quase reais, imagens que compõem a estética de Santiago.



Há também na cidade espaços para feiras e para o tradicional, embora nem sempre tenham com o moderno uma convivência muy harmoniosa



Entre as ruas do bairro Bella Vista, boêmio por excelência, os bares e restaurantes são decorados, inclusive este com o Cerro San Cristóbal ao fundo.



Mais uma mirada - desta vez no bairro Patronato - e lá está mais um campanário, com o céu limpo e azul ao fundo.



Subindo o Cerro San Cristóbal, bem no alto se vê a cidade, rodeada pelos Andes que naqueles dias ainda estavam bem nevados.


O sino do mosteiro de pedra ainda no alto do Cerro San Cristóbal foi só parte de um passeio muito agradável.

Booking.com /span>



Houve tempo para mais uma vista da cidade, dessa vez com o Edifício Sky Costanera à esquerda, o prédio mais alto da cidade.



Antes da descida, uma descoberta: a gárgula imponente no alto, como que vigiando os que visitam o Cerro. 



De baixo, entre as formas e cores, bellas vistas se compõem.



Mais uma vez andando pela cidade, no feriado nublado do Dia da Raça, houve uma pausa para contemplar as construções históricas, como a Catedral à esquerda.



Outra imagem chamou e ainda chama a atenção: no Paseo Ahumada os prédios se misturam às bandeiras e ao ciclista que passava no momento.



Na praça um festival de danças tradicionais, assistido por muita gente que sentava onde dava, já que bancos não havia mais.



E pra terminar essa postagem, ainda uma vista da cidade e mais uma chance de ver como Santiago é linda.


promoção passagens para santiago chile

Crédito das fotos: José A. Fernandes; Danielle M. Hermes.

Compartilhar:

segunda-feira, novembro 20, 2017

Sobre a escravidão no Brasil


O tema desta postagem é a Escravidão no Brasil, que, embora seja muito importante, não é tratado adequadamente por professores e os alunos sabem muito menos. Sobre isso, gostaria de falar com vocês brevemente sobre algumas informações que passam batidas

Em primeiro lugar, nos tempos da escravidão, os negros eram conhecidos pelos nomes dos portos ou regiões africanos de onde vinham e não por suas etnias. Por exemplo, se fosse embarcado no porto de Benguela, se diria: "ah, fulano de tal é Benguela".


Além disso, eram batizados com novos nomes ocidentais, perdendo seus nomes originais, havendo assim ao longo de nossa história muitos Joãos, Marias, Fortunatas e Sebastiões.  


Um pouco mais polêmicos são os casos de alguns personagens lembrados constantemente quando se estuda o tema, como, por exemplo, Zumbi e Chica da Silva. A maioria dos livros didáticos que conheço esconde o fato de que essas duas pessoas, além de outras, conforme muitos pesquisadores, também tinham escravos. Não que devamos aqui denegrir suas imagens ou que seja missão do professor desconstruir esses heróis (o dia da morte de Zumbi, 20 de novembro, foi estabelecido como nosso Dia da Consciência Negra), mas acho que seria mais construtivo se abríssemos o jogo com os nossos alunos e abordássemos a questão com essas informações, que para muitos (inclusive para alguns professores) é nova.


Outro ponto polêmico é que a escravidão não é uma invenção ocidental, ela já era praticada entre os reinos e cidades africanos, inclusive entre aqueles convertidos ao Islamismo - assumindo claro formas diferentes ao longo da história. No caso africano já havia sim o comércio de escravos antes do contato com os europeus, se bem que em muitos reinos que assumiram o Islamismo como religião oficial houvesse espaço para os escravos em funções públicas e outros cargos burocráticos. 


Mercado de escravos no Yemen (1236-1237), Manuscrito árabe. 
Disponível no blog oridesmjr.blogspot.com.br

Sobre esses e outros aspectos da história afrodescendente brasileira e mundial podemos chamar a atenção ainda para outra questão que não é tradicionalmente abordada nas escolas: a das religiões e religiosidades originárias de várias etnias e reinos africanos. Neste caso, já está claro que na história que muitos de nós aprendemos há uma sobreposição das religiões dos povos "dominantes", sobretudo o Cristianismo e também, como mencionei antes, o Islamismo.


Por último, como dica de leitura quero deixar o livro Manilha e o Libambo - A África e a Escravidão de 1500 a 1700, de 
Alberto da Costa e Silva.

 livro A Manilha e o Libambo
Clique aqui!

Foto do topo: Escravo de origem iorubá (grupo étnico da África Ocidental), com escoriações características. Foto de 1885, Coleção Tempostal, Salvador.

* Originalmente postado em 13/fev/2013.

Compartilhar:

sexta-feira, novembro 17, 2017

Livros para pensar Didática e Prática de Ensino de História




Diante da necessidade que vem sendo apontada em diversos concursos em nossa área, onde constam vagas que envolvem prática de ensino de História, a didática e o uso do conhecimento histórico em sala de aula, fizemos uma lista que de livros que cremos ajudarão nos estudos e reflexões.

Ao menos em meu caso (José) ajudaram e continuam ajudando muito, seja nas minhas aulas atualmente ou especialmente quando prestei o concurso para ingressar como professor do Estado de Santa Catarina.

Muitas dessas obras venho lendo desde a época da graduação, relendo em momentos importantes e que me possibilitaram clarear questões teóricas fundamentais  e formar uma visão ampla do que é ser professor, ainda que tenhamos em mente sempre a importância da prática para se formar como tal.

Claro que a lista aqui não esgota (nem de perto) o que temos a disposição para leitura (nem mesmo indicam concordância de ideias em todos os pontos), mas creio que sejam algumas das fundamentais.



Kátia Maria Abud Ronaldo Cardoso Alves / André Chaves de Melo Silva (Orgs.)


 livro ensino de história abud

Esta obra surgiu a partir da experiência adquirida por seus autores em cursos dedicados à formação e ao aprimoramento de professores de História do Ensino Básico. Por essa razão, ela é também uma das referências disciplinas que envolvam didática e prática de ensino, além de ser referência também em concursos.

O contato e a troca de experiências com esses profissionais levaram ao desenvolvimento de um conjunto de dez capítulos, nos quais os profissionais do ensino terão acesso a sugestões de atividades didáticas ou miniprojetos, a partir da utilização de diferentes documentos e suportes materiais, como o documento escrito, o texto literário, as imagens fixas ou em movimento, o patrimônio histórico e mapas.

Todas as atividades podem ser adaptadas para as condições locais de cada escola e trazem recomendações quanto à sua adequação para as diferentes faixas etárias dos alunos, de acordo com os processos de aprendizagem próprios de cada idade, o que representa uma inovação necessária para um país do tamanho do Brasil e suas inúmeras realidades.

A obra apresenta ainda sugestões de leitura para os que desejam se aprofundar nas diferentes temáticas, estudando-as de maneiras variadas.


Clique aqui!




Marcelo Magalhães; Helenice Rocha; Jayme Fernandes Ribeiro; Alessandra Ciambarella (Orgs.)



O objetivo deste livro é promover um diálogo produtivo entre discussões da historiografia e do ensino de história, elaborando de forma reflexiva as fronteiras entre campos de pesquisa e reafirmando as relações constitutivas entre o mundo acadêmico e o escolar no ensino de história. 

O livro propõe, ainda, a afirmação dessa interlocução com a reunião de textos de pesquisadores de campos diversos, que pensam usos sociais do passado na história pública, aquela que se produz no espaço social mais amplo que o da academia, voltada para o público em geral ou segmentos desse público, como o escolar.


Clique aqui!



Selva Guimarães Fonseca


Autora também de Caminhos da História Ensinada, nesse livro - agora em edição revista e ampliada - Selva Magalhães apresenta reflexões sobre didática, metodologias e práticas de ensino de História desenvolvidas, no ensino fundamental, pela autora e por diversos professores, formadores, pesquisadores e alunos, em diferentes espaços e épocas.
O texto está dividido em duas partes. 

A primeira contém uma análise de dimensões do ensino de História que são temas centrais na formação docente: a história da disciplina e seus objetivos, os currículos, as políticas públicas, as abordagens historiográficas recorrentes, a questão dos livros didáticos e a formação da cidadania. A segunda parte apresenta questões didáticas, sugestões de metodologias, fontes, linguagens, materiais, relatos, técnicas de ensino, comentários críticos, visando à reconstrução de saberes e práticas nos diversos espaços educativos.

obra busca partilhar reflexões e experiências de ensino e aprendizagem em História, bem como contribuir com o desenvolvimento da área, participando dos processos de formação permanente dos profissionais da educação.


Clique aqui!



 Ana Maria Monteiro

 livro ensino de história

O ensino de História se insere, no momento atual, em diversas problemáticas educacionais e historiográficas em meio ao processo de inclusão social que tem exigido redefinições de conteúdos históricos e de métodos possíveis de se articularem aos novos meios de comunicação com os quais as atuais gerações têm sido formadas e informadas. As universidades encarregadas da produção historiográfica e da formação docente, as decisões do poder estatal e do setor privado, o mercado da indústria cultural, assim como professores, têm obrigatoriamente de ser objeto de reflexão e de estudos articulados para a maior compreensão sobre a história escolar e sua contribuição para a formação de alunos provenientes de diversas condições econômicas e culturais. 

Este livro representa o esforço para a promoção desses diálogos, fruto de debates do V Perspectivas do Ensino de História, realizado no Rio de Janeiro, um dos principais encontros que especialistas da área, provenientes de diversas instituições brasileiras, vêm realizando ao longo das últimas décadas. Os temas abordados nesse V Encontro em torno do eixo “sujeitos, saberes e práticas” marcam o aprofundamento das relações entre a produção acadêmica e a da história escolar, uma disciplina presente na formação de jovens e crianças desde o século XIX e participante de uma formação política e de identidades sociais cujas dimensões precisam ser constantemente redefinidas e situadas no processo educativo, para que possa desempenhar um papel significativo na cultura escolar do mundo contemporâneo.


Clique aqui!



Circe Bittencourt


Esta coletânea é de fundamental importância, para que os futuros professores e os atuais possam ler não necessariamente o professor de História, porque ele é um livro, na qual aborda temas sobre Educação e métodos, para que ajudem ao aluno a compreender a determinada disciplina, ao método inovador, para que os alunos, também possam interver nas aulas, para que eles possam a compreender a sociedade atual, resgatando o censo critico, de até mesmo ajudar a escolherem seus representantes.


Clique aqui!




Thais Nivia de Lima e Fonseca

 livro historia e ensino de historia

Este livro foi muito útil na minha formação, me mostrando caminhos pelos quais a disciplina passou e as permanências nas práticas docentes mais atuais; provocando reflexões que estão hoje em dia me fazendo pensar e repensar as minhas próprias práticas em sala de aula. 

Ele propõe uma reflexão sobre a trajetória do ensino de História ao longo do tempo, no Brasil e sobre as suas múltiplas faces, expressões da complexidade que envolve desde que a História tornou-se uma disciplina escolar. Partindo de uma discussão metodológica sobre a história das disciplinas escolares, o texto caminha para a exploração sobre a história do ensino de História na Europa e nas América, verticalizando o olhar sobre este ensino no Brasil desde o século XIX.


Clique aqui!



Paulo Freire


Na Pedagogia da Autonomia, de 1996, Paulo Freire nos apresenta uma reflexão sobre a relação entre educadores e educandos e elabora propostas de práticas pedagógicas, orientadas por uma ética universal, que desenvolvem a autonomia, a capacidade crítica e a valorização da cultura e conhecimentos empíricos de uns e outros. 

Criando os fundamentos para a implementação e consolidação desse diálogo político pedagógico e sintetizando questões fundamentais para a formação dos educadores e para uma prática educativo-progressiva, Paulo Freire estabelece neste livro novas relações e condições para a tarefa da educação.

Outros livros do autor também tem importância destacada, como Educação e Mudança e Pedagogia Do Oprimido.


Clique aqui!



Edgar Morin

 livro Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro

Este texto pretende expor problemas centrais ou fundamentais que permanecem totalmente ignorados ou esquecidos e que são necessários para se ensinar no século que se inicia. 

Os Sete Saberes indispensáveis enunciados por Morin constituem eixos e caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes.


Clique aqui!



Leandro Karnal (Org.)

 livro História na Sala de Aula leandro karnal

A presente obra é, antes de tudo, uma declaração de amor ao ofício de ensinar História. Catorze profissionais reconhecidos na área unem suas experiências e concepções em um livro que lança novas luzes sobre o trabalho do professor, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. 

E, ao contrário de outras obras do gênero, o livro não fica apenas na discussão de teorias: a partir delas questiona certas práticas de sala de aula e propõe outras, mais eficientes para despertar o interesse dos alunos pela matéria e mais compatíveis com a responsabilidade social do historiador.
 
Clique aqui!

--------------------------

Assista e indique para os seus alunos o nosso vídeo Como Ir Bem Na Redação do ENEM clique para ir! 
 como ir bem no enem de verdade

* Originalmente postado em 19/set/2016.

Compartilhe:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Digite e tecle Enter para buscar!