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Parte # 2 | Educação e formação do cidadão [Jose A Fernandes com Robson Silva]

VÍDEO: O que é cidadania?

Parte # 1 | O Cidadão e o Estado [Jose A Fernandes com Robson Silva]

terça-feira, maio 15, 2018

Entrevista com Mario Silva (Elvis Presley Chile Fan Club) [legendado em português]



Em viagem ao Chile agora em outubro, fiz uma bela entrevista, legendada em português, com uma pessoa muy querida, pra falar de ELVIS PRESLEY e de histórias vividas por esse grande fã chileno: Mario Silva, presidente do Elvis Presley Chile Fan Club Oficial.



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Dica de Elvis:
 livro elvis Um Rei em Busca da Verdade

 cd elvis aloha 
* Originalmente postado em 18/out/2017.

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quarta-feira, maio 09, 2018

VÍDEO: O Instituto Nacional do Mate e o aproveitamento da erva-mate brasileira [José A Fernandes]


No dia 5 de maio estive apresentado trabalho na Semana Acadêmica de História da FURB, de Blumenau-SC. Quem quiser dar uma olhada, segue o vídeo.

:: Resumo:

A erva-mate foi produto de grande importância na história dos três estados do Sul do Brasil e do antigo sul de Mato Grosso desde meados do século XIX até a década de 1960 do século XX. Nas primeiras décadas desse último século diversos problemas, sobretudo de mercado, de preços e de superprodução atingiam a economia ervateira. Tais problemas motivaram então a criação do Instituto Nacional do Mate (INM) em 1938, no início do Estado Novo de Getúlio Vargas. 

Essa autarquia é o objeto de nossa pesquisa de doutorado em andamento, onde estudamos sua trajetória e suas ações sobre a economia ervateira do Brasil até sua extinção em 1967. 

Nesse sentido, esta nossa apresentação toma um ponto especifico de mesma pesquisa, onde buscamos tratar e analisar as principais formas de aproveitamento da erva-mate que foram incentivadas pelo Instituto. Tomamos em consideração o que já existia em termos de produtos e subprodutos (chimarrão, tereré e, de forma incipiente, o chá) e procuramos entender o que de novo resultou dos estudos e das ações promovidos pelo mesmo durante o tempo em que existiu, seja o aproveitamento das substâncias extraídas (especialmente a cafeína do mate), seja a criação de subprodutos (especialmente o mate solúvel).

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Conheça o nosso livro
 livro erva-mate e frentes pioneiras
José A. Fernandes
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sexta-feira, maio 04, 2018

História oriental através da arte (parte 03) - "guerreiros" e "samurais"




Seguindo nossa série sobre arte oriental e encerrando a história do Japão, as imagens escolhidas hoje mostram guerreiros e samurais, elementos marcante na cultura nipônica. Mais uma vez seguimos a trajetória a partir da tradição ukiyo-e, os "retratos do mundo flutuante" do período Edo (1600-1868). 

Nas próximas postagens nos voltaremos para a história chinesa, não deixem de acompanhar!



Os Atores Ichikawa Raizō no Papel de Umeōmaru e Nakajima Mihoemon no Papel de Shihei
(entre 1761 d.C. e 1772 d.C.)
Artista: Shigemasa, Kitao (1739-1819)


O criador da gravura não é conhecido ao certo, mas é atribuída a Kitao Shigemasa (1739-1819), um artista auto-didata de ukiyo-e e um ilustrador de livros, que experimentou as técnicas emergentes de gravura colorida. 

Esta gravura é um benizuri-e (gravura em duas cores) de hosoban (formato estreito), uma forma antiga de pintura de gravura que muitas vezes limitava sua paleta a rosa e verde. Hosoban era o tamanho padrão para imagens de atores no século XVIII. Os atores de Kabuki nessa gravura estão congelados em um momento dramático da cena, kuruma-biki (quebra da carruagem), em que um jovem heroico, Umeomaru, confronta vigorosamente Shihei, o inimigo que condenou seu pai a ser desterrado do sucesso político.

Um Samurai Bebendo Saquê
(cerca de 1850 d.C. e 1899 d.C.)
Artista: desconhecido


Este é um esboço preliminar, que pode ter sido destinado a um projeto de xilogravura. O estilo lembra o trabalho de Tsukioka Yoshitoshi (1839-1892), especialmente na representação gráfica das feridas do guerreiro. Entre outros estilos, Yoshitoshi criou uma série de gravuras conhecidas como "gravuras de sangue" por causa de seu foco no sangue. 

Ele também usou o mesmo traço nervoso de pincel para criar múltiplos contornos das suas formas. Na base da imagem está um desenho separado de uma cabeça, cuidadosamente sombreada em lavagens de vermelho e preto.

Grito da Garça
(entre 1711 d.C. e 1720 d.C.)

Artista: Okumura, Masanobu (1686-1764)




Esta gravura é de Okumura Masanobu (1686-1764) e mostra o lendário monge-guerreiro, Benkei, lutando com outro guerreiro. Benkei era o guardião do general Minamoto no Yoshitsune, e sua lealdade e força sobre-humana fizeram dele um tema popular do Kabuki e Noh (peças mascaradas). 

A gravura Benkei é um exemplo de tan-e (gravuras vermelhas), uma técnica que utiliza a combinação de tinta preta e pigmento vermelho usada antes do desenvolvimento da Nishiki-e (gravuras coloridas) em 1765. Existe a especulação não confirmada de que a gravura de Benkei tenha sido distribuída no envelope, Tsuru no hitokoe (Grito da Garça).

O Ator Ichikawa Danjūrō no Papel de Kudō Suketsune
(1781 d.C. e 1789 d.C.)

Artista: Katsukawa, Shunjō (Prosperou em 1780-1790)


Yakusha-e (retratos de atores), como este, eram baratos, custando tanto quanto um prato de macarrão. Eram considerados efêmeros e eram para ser vendidos imediatamente, como lembranças e apreciados de uma forma breve, por pouco tempo. Eles serviam para promover os atores contemporâneos de Kabuki, que eram vistos como ícones culturais. 

Esta inovadora gravura yakusha-e é de Shunjō, que prosperou na década de 1780. Ela mostra um reflexo no espelho do ator Ichikawa Danjōrō, vestido como Suketsune, um personagem da peça Kabuki Soga no Taimen (Encontro dos Soga). A obra é baseada em uma crônica da guerra popular do século XII, em que os irmãos Soga buscam vingar a morte de seu pai que foi assassinado por Suketsune. O papel de Suketsune era normalmente interpretado por um ator do mais alto escalão no teatro.

leyasu Tokugawa
(sem informações de data e artista)


Mais hábil que os seus antagonistas Nobunaga Oda e Hideyoshi Toyotomi, leyasu Tokugawa (1543- 1616) conseguiu obter o poder após a derradeira vitória na Batalha de Sekigahara em 1600. Tokugawa era mais um político, que sabia esperar, do que um guerreiro. Foi assim que ele conseguiu obter sucesso. A partir de 1603 começa o último shogunato, o do clã Tokugawa (1600-1868). Nova mudança de capital. Tokugawa preferiu a longínqua vila de Edo, mais tarde Tóquio, distante dos centros aristocráticos, na região de Kantô. 

Não queria ele repetir os erros dos shogunatos anteriores de permitir que os feudos se fortaleçam e iniciem uma nova guerra civil. Visando este objetivo, Tokugawa fortalece o shogunato, o governo centralizador, e vigia a ação de seus aliados e de antigos inimigos. Este sistema garante um período de imensa paz, que os historiadores denominam de Pax Tokugawa

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Dica de livro:

 livro os japoneses

Célia Sakurai 
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Assista ao nosso vídeo com a micro-biografia de Eva Perón clique para ir!

 micro-bios eva perón

* Originalmente postado em 8/mar/14.


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quarta-feira, maio 02, 2018

Livros para pensar Didática e Prática de Ensino de História [POST ATUALIZADO]




Diante da necessidade que vem sendo apontada em diversos concursos em nossa área, onde constam vagas que envolvem prática de ensino de História, a didática e o uso do conhecimento histórico em sala de aula, fizemos uma lista que de livros que cremos ajudarão nos estudos e reflexões.

Ao menos em meu caso (José) ajudaram e continuam ajudando muito, seja nas minhas aulas atualmente ou especialmente quando prestei o concurso para ingressar como professor do Estado de Santa Catarina.

Muitas dessas obras venho lendo desde a época da graduação, relendo em momentos importantes e que me possibilitaram clarear questões teóricas fundamentais  e formar uma visão ampla do que é ser professor, ainda que tenhamos em mente sempre a importância da prática para se formar como tal.

Claro que a lista aqui não esgota (nem de perto) o que temos a disposição para leitura (nem mesmo indicam concordância de ideias em todos os pontos), mas creio que sejam algumas das fundamentais.



Kátia Maria Abud Ronaldo Cardoso Alves / André Chaves de Melo Silva (Orgs.)


 livro ensino de história abud

Esta obra surgiu a partir da experiência adquirida por seus autores em cursos dedicados à formação e ao aprimoramento de professores de História do Ensino Básico. Por essa razão, ela é também uma das referências disciplinas que envolvam didática e prática de ensino, além de ser referência também em concursos.

O contato e a troca de experiências com esses profissionais levaram ao desenvolvimento de um conjunto de dez capítulos, nos quais os profissionais do ensino terão acesso a sugestões de atividades didáticas ou miniprojetos, a partir da utilização de diferentes documentos e suportes materiais, como o documento escrito, o texto literário, as imagens fixas ou em movimento, o patrimônio histórico e mapas.

Todas as atividades podem ser adaptadas para as condições locais de cada escola e trazem recomendações quanto à sua adequação para as diferentes faixas etárias dos alunos, de acordo com os processos de aprendizagem próprios de cada idade, o que representa uma inovação necessária para um país do tamanho do Brasil e suas inúmeras realidades.

A obra apresenta ainda sugestões de leitura para os que desejam se aprofundar nas diferentes temáticas, estudando-as de maneiras variadas.


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Marcelo Magalhães; Helenice Rocha; Jayme Fernandes Ribeiro; Alessandra Ciambarella (Orgs.)



O objetivo deste livro é promover um diálogo produtivo entre discussões da historiografia e do ensino de história, elaborando de forma reflexiva as fronteiras entre campos de pesquisa e reafirmando as relações constitutivas entre o mundo acadêmico e o escolar no ensino de história. 

O livro propõe, ainda, a afirmação dessa interlocução com a reunião de textos de pesquisadores de campos diversos, que pensam usos sociais do passado na história pública, aquela que se produz no espaço social mais amplo que o da academia, voltada para o público em geral ou segmentos desse público, como o escolar.


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Selva Guimarães Fonseca


Autora também de Caminhos da História Ensinada, nesse livro - agora em edição revista e ampliada - Selva Magalhães apresenta reflexões sobre didática, metodologias e práticas de ensino de História desenvolvidas, no ensino fundamental, pela autora e por diversos professores, formadores, pesquisadores e alunos, em diferentes espaços e épocas.
O texto está dividido em duas partes. 

A primeira contém uma análise de dimensões do ensino de História que são temas centrais na formação docente: a história da disciplina e seus objetivos, os currículos, as políticas públicas, as abordagens historiográficas recorrentes, a questão dos livros didáticos e a formação da cidadania. A segunda parte apresenta questões didáticas, sugestões de metodologias, fontes, linguagens, materiais, relatos, técnicas de ensino, comentários críticos, visando à reconstrução de saberes e práticas nos diversos espaços educativos.

obra busca partilhar reflexões e experiências de ensino e aprendizagem em História, bem como contribuir com o desenvolvimento da área, participando dos processos de formação permanente dos profissionais da educação.

Da mesma autora: Ensinar História no Século XXIEnsinar e Aprender HistóriaEnsino Fundamental - Conteúdos, Metodologias e Práticas e Currículos, Saberes e Culturas Escolares.


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 Ana Maria Monteiro

 livro ensino de história

O ensino de História se insere, no momento atual, em diversas problemáticas educacionais e historiográficas em meio ao processo de inclusão social que tem exigido redefinições de conteúdos históricos e de métodos possíveis de se articularem aos novos meios de comunicação com os quais as atuais gerações têm sido formadas e informadas. As universidades encarregadas da produção historiográfica e da formação docente, as decisões do poder estatal e do setor privado, o mercado da indústria cultural, assim como professores, têm obrigatoriamente de ser objeto de reflexão e de estudos articulados para a maior compreensão sobre a história escolar e sua contribuição para a formação de alunos provenientes de diversas condições econômicas e culturais. 

Este livro representa o esforço para a promoção desses diálogos, fruto de debates do V Perspectivas do Ensino de História, realizado no Rio de Janeiro, um dos principais encontros que especialistas da área, provenientes de diversas instituições brasileiras, vêm realizando ao longo das últimas décadas. Os temas abordados nesse V Encontro em torno do eixo “sujeitos, saberes e práticas” marcam o aprofundamento das relações entre a produção acadêmica e a da história escolar, uma disciplina presente na formação de jovens e crianças desde o século XIX e participante de uma formação política e de identidades sociais cujas dimensões precisam ser constantemente redefinidas e situadas no processo educativo, para que possa desempenhar um papel significativo na cultura escolar do mundo contemporâneo.


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Circe Bittencourt


Esta coletânea é de fundamental importância, para que os futuros professores e os atuais possam ler não necessariamente o professor de História, porque ele é um livro, na qual aborda temas sobre Educação e métodos, para que ajudem ao aluno a compreender a determinada disciplina, ao método inovador, para que os alunos, também possam interver nas aulas, para que eles possam a compreender a sociedade atual, resgatando o censo critico, de até mesmo ajudar a escolherem seus representantes.

Da mesma autora: O Ensino de História e a Criação do FatoEnsino de História - Fundamentos e Métodos e Livro Didático E Saber Escolar: 1810-1910. 


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Thais Nivia de Lima e Fonseca

 livro historia e ensino de historia

Este livro foi muito útil na minha formação, me mostrando caminhos pelos quais a disciplina passou e as permanências nas práticas docentes mais atuais; provocando reflexões que estão hoje em dia me fazendo pensar e repensar as minhas próprias práticas em sala de aula. 

Ele propõe uma reflexão sobre a trajetória do ensino de História ao longo do tempo, no Brasil e sobre as suas múltiplas faces, expressões da complexidade que envolve desde que a História tornou-se uma disciplina escolar. Partindo de uma discussão metodológica sobre a história das disciplinas escolares, o texto caminha para a exploração sobre a história do ensino de História na Europa e nas América, verticalizando o olhar sobre este ensino no Brasil desde o século XIX.


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Paulo Freire


Na Pedagogia da Autonomia, de 1996, Paulo Freire nos apresenta uma reflexão sobre a relação entre educadores e educandos e elabora propostas de práticas pedagógicas, orientadas por uma ética universal, que desenvolvem a autonomia, a capacidade crítica e a valorização da cultura e conhecimentos empíricos de uns e outros. 

Criando os fundamentos para a implementação e consolidação desse diálogo político pedagógico e sintetizando questões fundamentais para a formação dos educadores e para uma prática educativo-progressiva, Paulo Freire estabelece neste livro novas relações e condições para a tarefa da educação.

Outros livros do autor também tem importância destacada, como Educação e Mudança e Pedagogia Do Oprimido.


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Edgar Morin

 livro Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro

Este texto pretende expor problemas centrais ou fundamentais que permanecem totalmente ignorados ou esquecidos e que são necessários para se ensinar no século que se inicia. 

Os Sete Saberes indispensáveis enunciados por Morin constituem eixos e caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes.


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Leandro Karnal (Org.)

 livro História na Sala de Aula leandro karnal

A presente obra é, antes de tudo, uma declaração de amor ao ofício de ensinar História. Catorze profissionais reconhecidos na área unem suas experiências e concepções em um livro que lança novas luzes sobre o trabalho do professor, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. 

E, ao contrário de outras obras do gênero, o livro não fica apenas na discussão de teorias: a partir delas questiona certas práticas de sala de aula e propõe outras, mais eficientes para despertar o interesse dos alunos pela matéria e mais compatíveis com a responsabilidade social do historiador.
 
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Assista e indique para os seus alunos o nosso vídeo Quem são os índios do Brasil? clique para ir! 
 Quem são os índios do Brasil

* Originalmente postado em 19/set/2016.

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quinta-feira, abril 19, 2018

VÍDEO: Quem são os índios do Brasil? (Todo dia é dia de índio) [José A Fernandes]



Algumas pessoas olham os índios com preconceito, outras nem sabem que eles existem. Muitos só conhecem os "índios de papel", aqueles dos livros. Mas eles estão por aí, ora odiados por quem se sente ameaçado, ora defendido por quem deixou o preconceito de lado e busca entendê-los.

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Dica de livro
 livro índios no brasil

Manuela Carneiro Da Cunha
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terça-feira, março 20, 2018

LANÇAMENTO! "Scar Tissue - As Memórias do Vocalista do Red Hot Chili Peppers"



Para quem gosta de música e de rock especificamente, acaba de ser lançada a autobiografia "Scar Tissue - As Memórias do Vocalista do Red Hot Chili Peppers". 

🎸 O que o livro conta?

As cicatrizes reais de uma lenda da música. Considerada pela Rolling Stone como uma das melhores autobiografias de roqueiros de todos os tempos, Scar Tissue expõe a alma de Anthony Kiedis, vocalista do Red Hot Chili Peppers. Kiedis oferece uma história de dedicação e devastação, de intriga e integridade, de imprudência e redenção – uma história que só poderia ter saído do mundo do rock.

Abaixo trechos do livro:
🔎 Onde adquirir: amzn.to/2pkapcx

 scar tissue
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